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Melhores práticas de link building para agências e e-commerces

Domine as estratégias avançadas de link building para agências que atendem e-commerces. Aprenda a montar pacotes, analisar concorrentes, medir o ROI e escalar resultados com conteúdo que gera backlinks confiáveis.

Se você pensa que link building é só sair trocando links por aí, está longe da realidade atual. No mercado de agências e e-commerces, essa prática exige rigor técnico, estratégia de conteúdo folgada do ego e um olho clínico em resultados palpáveis.

Afinal, construir autoridade digital não é um jogo de sorte; é ciência aplicada com respaldo em dados como TF-IDF, relevância semântica e, claro, o indispensável EEAT — experiência, autoridade, confiabilidade e transparência, os pilares do Google.

Quem já tentou “comprar” links sabe que o Google tem um GPS afiado para flagrar essas tentativas. O segredo é uma abordagem orgânica, escalável, onde os backlinks não são um prêmio de consolação, mas sim consequências naturais de estratégias de conteúdo muito bem planejadas e executadas.

Agora, vamos destrinchar como você pode montar pacotes atraentes, usar ferramentas de análise, medir resultado e, não menos importante, não perder a credibilidade no processo.

Como montar pacotes de serviço para agências que atendem e-commerces?

Montar pacotes é uma arte. Você precisa oferecer clareza e escalabilidade para as agências, que por sua vez vão traduzir isso para os resultados dos e-commerces. Pense no cliente final: uma loja online quer saber exatamente que tipo de backlinks receberá, a qualidade desses links, frequência, e claro, o impacto potencial nos rankings.

Um pacote típico pode ser segmentado por níveis:

  • Básico: links de menor autoridade, focados em quantidade para testar o mercado e ganhar tração inicial.
  • Intermediário: backlinks em sites com autoridade moderada, conteúdo contextualizado, construção de relações.
  • Premium: links em portais fortes, conteúdo editorial personalizado, talvez até guest posts com autoridade comprovada.

Cada nível precisa de um detalhamento transparente para o cliente, mostrando o valor agregado de qualidade versus quantidade, e a estratégia de acompanhamento SEO para validar resultados.

Além disso, é fundamental indicar quais ferramentas você usará para monitorar qualidade e evitar backlinks tóxicos que só afundam a reputação do e-commerce.

Aqui o papo fica interessante: o conteúdo precisa ser algo que pessoas e sites queiram linkar espontaneamente. Conteúdo de qualidade e útil, que não seja apenas mais um post genérico, é a chave. Alguns formatos consagrados:

  • Guias completos e profundos, que respondam perguntas frequentes.
  • Estudos de caso com dados reais mostrando resultados de campanhas.
  • Infográficos exclusivos e interativos, fáceis de compartilhar.
  • Conteúdo de tendências e análises de mercado que posicionam o cliente como autoridade.

Aliado a essa produção, o outreach deve ser cirúrgico, buscando contatos reais e mostrando valor, não só pedindo link. Afinal, ninguém gosta de ser abordado como se fosse uma bolsa de backlinks grátis.

Não dá para competir no escuro. Usar ferramentas robustas de análise de backlinks é mandatório para entender onde seu concorrente está pegando links e identificar oportunidades valiosas. Destaques do mercado:

  • Ahrefs: extremamente confiável para ver perfis de backlinks, domínios de referência e autoridade.
  • Semrush: ótima para análise competitiva e monitoramento constante.
  • Majestic: ferramenta tradicional focada em métricas de qualidade dos links.
  • Moz Link Explorer: oferece uma boa visão geral de autoridade e potencial de link juice.

Essas ferramentas permitem também avaliar backlinks tóxicos que podem estar prejudicando a saúde do domínio concorrente, criando um benchmark do que evitar.

Checklist técnico para avaliar qualidade de backlinks de concorrentes

Avaliar backlinks é tarefa para quem quer evitar armadilhas de SEO e investir só onde vale a pena. Nunca esqueça os seguintes pontos:

  • O domínio do link tem alta autoridade (DA, DR).
  • O site onde o link está não é spam nem possui histórico de penalizações.
  • O link está inserido em contexto relevante e natural.
  • O URL do backlink não possui comportamento suspeito (redirects estranhos, baixa qualidade).
  • O link tem tráfego, o que ajuda a gerar visitas reais, não só link juice.

Esse checklist técnico simples já poupa muita dor de cabeça.

Perguntas frequentes

Qual a frequência ideal para campanhas de link building?

Depende do tamanho do site e objetivos, mas uma frequência constante e gradual (ex: 5 a 10 backlinks mensais de qualidade) é mais segura e eficaz do que picos grande todos os meses. SEO é maratona, não sprint.

Quais conteúdos geram mais backlinks em e-commerces?

Guias práticos (ex: “Como escolher o melhor produto X”), reviews completos, infográficos ilustrativos e estudos de caso de sucesso são formatos que mais atraem links espontâneos.

Como medir a influência de backlinks nos resultados do e-commerce?

Configure metas no Google Analytics correlacionadas com visitas orgânicas e acompanhe se o tráfego proveniente dos backlinks converte em vendas ou leads. Ferramentas de atribuição multicanal ajudam a mensurar o impacto real.

Bibliografia:

  • Fishkin, Rand. “The Art of SEO” (2023 Edition)
  • Google Search Central – Guia para construtores de links
  • “SEO 2025” por Adam Clarke
  • Ahrefs Blog: “How to Conduct a Backlink Audit” (2024)
Consultoria Bússola

Consultoria Bússola

A Consultoria Bússola, localizada em Guapimirim/Rio de Janeiro, é uma empresa focada em soluções inovadoras no campo do marketing digital e na expansão de negócios online.

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